31.7.13
E o primeiro ano já está!
Ou melhor... Está quase quase! Acreditem que sair de humanidades e ter cadeiras como "Cultura e Conhecimento Matemático" ou então "Linguagem, Lógica e Comunicação" não é nada fácil. Só os nomes já são assim meio achinesados... Mas acho que já perceberam o que me faltou concluir para não ter o primeiro ano completo. Com muita tristeza minha! E alguma burrice face aos números e fórmulas e afins. Mas o tempo tem muito tempo, e eu muito tempo tenho!
Resumindo assim rapidamente este ano... Foi muito benéfico! Nunca pensei que mudasse tanto a minha vida. Para melhor, claro, muda-se sempre para melhor! Tive imensas experiências novas, sempre partilhadas com pessoas que tenho a certeza que vão ficar para sempre na minha vida. Para além de estar no curso que sempre quis, a aprender mais e mais a cada dia que passa sobre aquilo que realmente gosto e que quero exercer no futuro. De sublinhar que tive um bom aproveitamento, tirando aquelas duas cadeiras (raios as partam!), estragam-me o esquema todo.
Bem, o que quero dizer é que é uma fase que se deve aproveitar ao máximo! E este ano cá espero os meus caloirinhos com muita alegria, ahahah!
By the way... Quero muito ver o Monstros e Companhia na Universidade!
15.5.13
Eu não quero maçar com este tema...
Mas sei que estou perdidamente apaixonada quando sinto aquela saudade... Aquela saudade de não vermos uma pessoa há anos e entretanto só não estamos com ela há um dia. Pois, é isso mesmo... Depois é ver-me a ouvir músicas todas melosas e a pensar "porra, era só vê-lo." E fazia toda a diferença no meu dia.
Agora uma pequena pergunta, derivada daquilo que vejo todos os dias neste mundo e que não me agrada lá muito... Vocês não acham que há muita falta de amor nos dias de hoje? Pergunto-me todos os dias porquê...
11.5.13
Sabem quando estamos apaixonados?
Para mim não há nada melhor! Sorte a minha de ter encontrado alguém que me faz sentir cada vez mais apaixonada a cada dia que passa. Te amo meu pinypon
8.5.13
Ora boas!
E isto estava a precisar assim de uma lufada de ar fresco! Ando ausente da blogosfera mas quero muito que o meu cantinho volte ao que era. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades! E eu tenho é vontade de partilhar com vocês esta nova fase. Para já desejo-vos uma óptima tarde :))
2.12.12
OLÁ MINHA BOA GENTE!
Já há mais de um mês que não vos escrevo nada. Mas tenho andado por aqui, tenho lido os vossos cantinhos. Os meus problemas são mesmo o cansaço e, consequentemente, a preguiça. Mas prometo que vai tudo voltar à rotina normal.
Para já, fiquem só com os bons dias, neste segundo dia do mês mais aconchegador do ano :)9.10.12
6.10.12
Sou a única menina no meio de 5 rapazes
Para mim, as coisas mais simples foram sempre as que me fizeram mais feliz. E hoje, estava eu em casa da minha avó com a restante família, quando ela me diz que tem uma coisa para mim. Depois de repetir 50 vezes a frase "mas eu não sei se vais gostar", lá foi a casa buscar o que tinha para me dar. E o que era? Uns brincos antigos, dela, em ouro, que foi comprar com o meu avô, de quem tenho muitas saudades. Como devem calcular, não são muito modernos nem todos fashion. Mas não é que eu adorei o raio dos brincos? Foi a felicidade total para a minha avó ver que gostei imenso deles e que os experimentei logo no minuto a seguir de os ter tirado da caixinha. Ela a pensar que eu nem os ia experimentar, que ia agradecer, dizer que gostei e ficar por ali. Óbvio que não. Fui então ver como me ficavam e apareci à beira dela com eles postos. A mulher bateu palmas, saltou, deu-me beijos, disse que ficava linda, que ficavam muito bem nas minhas orelhas pequeninas, que podia guardá-los para quando tivesse uma filha, que se soubesse já mos tinha dado mais cedo, que ficou muito contente, que lhe dei um grande gosto... E eu fiquei simplesmente radiante! Obrigada vó.
Não posso sequer ter tempo para ser baldas
Quarta não tive aulas e o dia foi para relaxar. Ontem foi feriado e o dia foi para relaxar. Hoje é sábado e queria muito que o dia fosse para relaxar, mas visto que nos dois dias da semana que tive livres não fiz a ponta de um corno (desculpem-me a expressão) hoje o relax vai ter de ser adiado e substituído por um estudo intensivo. E vocês, leitores aqui do Unwritten, se vão fazer tudo e mais alguma coisa neste sábado que não seja estar colados a milhentas fotocópias, aproveitem o dia por vocês e por mim.
5.10.12
4.10.12
1.10.12
Heart Of Life
Apresento-vos o meu cantor preferido. Obrigada, John, por me acompanhares todas as manhãs no caminho para a faculdade e me tranquilizares. Não há nada melhor para a alma do que a música. Enjoy!
21.9.12
Daqueles dias que é impossível esquecer
Depois de tantos vai-não-vai, há dois anos atrás a coisa foi de vez! É isso mesmo, eu e o meu b-boy fazemos hoje 24 meses. E eu estou muito feliz, cá dentro sempre soube que algum dia as coisas iam resultar. Vivemos coisas únicas juntos, ultrapassamos alguns problemas que podiam ter acabado com a nossa relação, mas saímos sempre fortalecidos de todas as situações, fossem elas boas ou más. Sei que muitos mais anos virão e mal posso esperar por eles.
Eu, aqui, a ouvir relatos de futebol virtual, se é que se pode chamar assim
É ver-me aqui sentada na secretária do meu amor, com ele ao lado a jogar playstation, PES, para ser mais especifica, imaginem o entusiasmo... Agora querem saber a música que ele me pediu para por no youtube? Esta mesmo.
20.9.12
José Saramago
Eu gosto dele, dos livros dele. Tive de ler o "Memorial do Convento" e adorei! Depois, o meu 'stor de português, sendo excelente naquilo que faz, a gostar mesmo da profissão que tem, a cativar os alunos como nunca vi, foi-nos falando de algumas obras, de algumas histórias... E eu decidi ler mais de Saramago.
Deixo-vos aqui um livro dele que recomendo e um pequeno excerto daquilo que podem encontrar por lá.
Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que esse Saramago não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia. Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (chamava-se ele Silvino) estava bêbado (por despeito, disso o acusaria sempre meu pai), e que, sob efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho e daqueles que se excedem a bebê-lo, não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de Pichatada, Curroto e Caralhana. Entrei na vida marcado com este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, como ver se podia nos seus papeis, a Lei, severa, desconfiada, quis saber porque bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, e para que tudo ficasse no próprio, no são e no honesto, meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. Não nos serviu de muito, nem a nós nem a ela, porque meu pai, firme nas suas antipatias, sempre quis e conseguiu que o tratassem unicamente por Sousa.
Como diria o outro... "Não é delicioso?"
Deixo-vos aqui um livro dele que recomendo e um pequeno excerto daquilo que podem encontrar por lá.
Contei noutro lugar como e porquê me chamo Saramago. Que esse Saramago não era um apelido do lado paterno, mas sim a alcunha por que a família era conhecida na aldeia. Que indo o meu pai a declarar no Registo Civil da Golegã o nascimento do seu segundo filho, sucedeu que o funcionário (chamava-se ele Silvino) estava bêbado (por despeito, disso o acusaria sempre meu pai), e que, sob efeitos do álcool e sem que ninguém se tivesse apercebido da onomástica fraude, decidiu, por sua conta e risco, acrescentar Saramago ao lacónico José de Sousa que meu pai pretendia que eu fosse. E que, desta maneira, finalmente, graças a uma intervenção por todas as mostras divina, refiro-me, claro está, a Baco, deus do vinho e daqueles que se excedem a bebê-lo, não precisei de inventar um pseudónimo para, futuro havendo, assinar os meus livros. Sorte, grande sorte minha, foi não ter nascido em qualquer das famílias da Azinhaga que, naquele tempo e por muitos anos mais, tiveram de arrastar as obscenas alcunhas de Pichatada, Curroto e Caralhana. Entrei na vida marcado com este apelido de Saramago sem que a família o suspeitasse, e foi só aos sete anos, quando, para me matricular na instrução primária, foi necessário apresentar certidão de nascimento, que a verdade saiu nua do poço burocrático, com grande indignação de meu pai, a quem, desde que se tinha mudado para Lisboa, a alcunha desgostava. Mas o pior de tudo foi quando, chamando-se ele unicamente José de Sousa, como ver se podia nos seus papeis, a Lei, severa, desconfiada, quis saber porque bulas tinha ele então um filho cujo nome completo era José de Sousa Saramago. Assim intimado, e para que tudo ficasse no próprio, no são e no honesto, meu pai não teve outro remédio que proceder a uma nova inscrição do seu nome, passando a chamar-se, ele também, José de Sousa Saramago. Suponho que deverá ter sido este o único caso, na história da humanidade, em que foi o filho a dar o nome ao pai. Não nos serviu de muito, nem a nós nem a ela, porque meu pai, firme nas suas antipatias, sempre quis e conseguiu que o tratassem unicamente por Sousa.
Como diria o outro... "Não é delicioso?"
Subscrever:
Mensagens (Atom)







